João 13:34 NTLH

Eu lhes dou este novo mandamento: amem uns aos outros. Assim como eu os amei, amem também uns aos outros.
João 13:34 NTLH
https://bible.com/bible/211/jhn.13.34.NTLH

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Mateus 18:3-5 NTLH

e disse: — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: se vocês não mudarem de vida e não ficarem iguais às crianças, nunca entrarão no Reino do Céu. A pessoa mais importante no Reino do Céu é aquela que se humilha e fica igual a esta criança. E aquele que, por ser meu seguidor, receber uma criança como esta estará recebendo a mim.
Mateus 18:3‭-‬5 NTLH
https://bible.com/bible/211/mat.18.3-5.NTLH

Uma outra hora, Talvez…

Os pequenos e médios produtores, não conseguem sobreviver, sendo que suas áreas, são pequenas e não tem fontes extras de rendas, para manter as pequenas propriedades, nem seus familiares. Sendo que já estão nestas atividades, a trinta, cinquenta anos, mesmo assim nunca conseguiram um equilíbrio, pois os gastos superam os ganhos, jamais, conseguirão nesta atual conjuntura, se manter ou sobreviver, sendo que o mundo agrícola moderno, tem seus meios, e recursos, sendo estes recursos próprios advindo da produção, e dos meios de financiamentos, que são destinados a um grupo seleto de produtores, que mesmo tendo áreas pequenas, mais não dependem dela para sua sobrevivência.
“A base da produção rural é a pequena propriedade. Um levantamento da Secretaria Estadual da Agricultura – o projeto Lupa – mostrou que existem em São Paulo 277.120 unidades rurais produtivas. Desse total, 207 mil são pequenos produtores, com menos de 50 hectares de área. Os médios agricultores, entre 50 e 200 hectares, somam outros 50,5 mil. No conjunto, eles correspondem a 93% dos agricultores, ocupando 42,5% da área agrícola”. Publicado em O Estado de S. Paulo (6/12/1997).
Neste caso, o fator que rege, não são os com terra, mais o sem terras, sendo que os com terras, mas com áreas as quais não conseguem sobreviver, porque com estas áreas de pequeno porte, as despesas, sempre serão maiores que as receitas, os com pequenas propriedades, nesse quadro atual, terão um futuro incerto, pois produzem pouco, e os gastos são muitos, não haverá equilíbrio entre debito e credito. Caminham rumo ao endividamento, lhes restando num futuro próximo, a entrega de suas pequenas propriedades, para a quitação de dividas com instituições financeiras e o comercio. Problemas de acesso a credito, financiamento, impõe uma condição de exclusão e esses pequenos proprietários de terras, que ficam sem apoio do sistema financeiro, sem condições de terem assistências em suas propriedades por Agrônomos, Técnicos em Agropecuária, e Outros profissionais da área agrícola do país, sendo que os mesmos são cobrados mais não tem o devido retorno, os pagamentos como ITR, “Imposto Territorial Rural”, precisam serem feitos todos os anos, sob pena de problemas com as propriedades, ou seja “a mesma mão que dá não e a mesma que recebe” Um outro fator que pesa contra os pequenos agricultores, e a falta de formação, sendo que os mesmos, não tem nenhum conhecimento especifico, na área que atua, nem mesmo para demandar, com instituições financeiras, comerciais ou de procura por créditos, como cooperativas, e instituições que detém os recursos financeiros. Nas ultimas décadas, com o abandono da cooperação do estado para com os pequenos agricultores, houve um regresso significativo, neste meio, onde campos não foram feitos os devidos corretivos de preparos para uma agricultura de competição, maquinas ficaram estagnadas à décadas, passadas, tornando se inviável, um investimento, nestes equipamentos, que se tornaram se sucateados e sem a mínima condição de uso, em vista que os reparos, são muito caros, e tornando se um alto investimento, para que os pequenos produtores, agricultores, que já não tem recursos, nem investimentos, e tão pouco incentivos por parte do sistema operante, “tornaram se, proprietários sem propriedade, donos de maquinas e equipamentos, sem máquinas e equipamentos, sendo que se tornaram todo um processo de estagnação, pararam no tempo”, pro Estado, isto e péssimo, pois o mesmo precisa, se organizar, para dar suporte, as estas famílias, vindas do campo, ou área rural, para a área urbana. Por parte do Estado, seria menos oneroso, mante los nas áreas rurais, os com terras.

O desafio da agricultura familiar,

O grande desafio da politica rural, e justamente, manter o homem no campo, sendo este homem do campo, um pequeno produtor ou agricultor, os mesmos não tem qualidade de vida, como ter condição de vida, sem ter condição de manter uma área, uma maquina, ou mesmo duas ou três vaquinhas, que lhes impõe um custo extra adicional, aos mesmos. Sendo que as receitas são mínimas e compassadas, as despesas, são diárias, imediatas, e não podem esperar para o outro dia, planta se pouco, e compassado, cria se pouco e compassado, como fazer este equilíbrio do imediato, com o compassado. Não há uma formula, que equacione esta operação, no campo pequeno, tudo e compassado para se retirar as receitas deste campo. Em contrapartida os gastos são diários e imediatos, “Não e justo, dizer para quem tem fome, aguarde até amanhã”. Se o problema e imediato, a solução terá que ser imediata, para que haja um nivelamento, “o dar e receber”. Temos a impressão de uma coisa orquestrada, sendo que muitas pequenas propriedades, vem de herança familiar, e estas mesmas propriedades, fazem divisas, com o grande e especulativo capital do agronegócio, deste país. Qual a formula para reverter esta situação, de total discrepância, “qual a chance da formiga lutar contra o elefante”, e um julgo desigual. Onde somente quem tem as melhores condições, sobreviverão. “Segundo estudo da FAO/Incra, existem 4,14 milhões de agricultores familiares no país. Esse enorme contingente de trabalhadores (com terras), detém 30,5% da área e gera 38% do valor da produção rural. Ocupa 77% da mão de obra no campo, somando 13,8 milhões de pessoas, metade delas no Nordeste. Este é o perfil geral da agricultura familiar no país. Fora os novos agricultores assentados da reforma agrária”. Pg. 158. Es aqui o grande desafio do sistema operante, em manter, dar condições dignas, a estes produtores, que tem dado uma grande contribuição ao abastecimentos interno de pequenas, medias e grandes cidades. O não apoio a esta classe, implicara ao sistema operante, um problema em escala gigantesca, sendo que o êxodo rural, já provou que só houve problemas, para as pequenas, medias e grandes cidades, com o acumulo de pessoal, e o desabastecimentos de ordem geral, como frutas, legumes, leite, e outros. A reforma agraria, precisa agir e conduzir suas ações, de forma organizada e centralizada, fazendo uma readequação e impondo regras claras, delegando com a força do Estado, para que realmente, aconteça e tenha um impacto forte, duradouro, e certo, no alinhamento, da verdadeira produção e ganhos para todos, não somente para o capital especulativo e organizado, centrando todos os meios para o grandes produtores, há necessidade de um ordenamento e centralizado para a verdadeira agricultura familiar, e os que realmente, tem o desejo de participar deste projeto, que e seguro e trará um equilíbrio, à verdadeira agricultura familiar. Distribuindo rendas, melhorando as condições do moradores rurais, e das pequenas cidades rurais, onde com essa cadeia alimentar, todos serão vencedores, uma agricultura equilibrada, gerando dividendos e divisas, para pequenos produtores, feiras, e cidades rurais e urbanas. “Representam, segundo a FAO/Incra, 1,9 milhão de pequenos produtores. Distante do mercado, tal segmento nada se assemelha ao grupo de elite, formado por 400 mil agricultores eficientes, inseridos na economia. Na parcela intermediária encontram se os agricultores em transição, subindo ou descendo a ladeira do progresso. Pg. 160.

Classe média rural,

Em 1964, quando foi aprovado o “Estatuto da Terra”, tinham em mente, o apoio a reforma agraria, geração de divisas no meio agrário rural de pequeno e médio porte, como a agricultura familiar, trazendo benefícios para todos. Os americanos, temendo a expansão cubana, em 1959, recomendava a redistribuição de terras, para combater os grandes latifúndios. Com este procedimento, o capitalismo no campo, foi o grande vencedor.