O QUE VEM! LOGO APÓS À CURVA.

Normas que são seguidas e introduzidas, conforme a construção que está em questão, a sexualidade e compreensível como construção e implantação através de normas, estas normas são conforme a natureza, e continuação de uma implantação, conforme os elementos os quais a química explica na sua essência, conforme o corpo o qual e composto de pênis ou vagina, desta forma começam as construções, conforme o corpo, quando o corpo e aceito por quem esta usando, esta pessoa se identifica, e segue o seu destino, quando uma pessoa nasce num corpo que não se identifica, o mesmo busca fazer uma correção, conforme o seu meio de identidade, sendo que este ser, não se localiza, o mesmo fara uma adaptação ao meio em que o mesmo ira ser inserido ao meio social que este ser será implantado, sendo aceito ou não, as adaptações serão de forma lenta e gradual, sendo que mesmo depois da transformação será feito uma readaptação deste ser em seu novo corpo. Sendo que o mesmo será acompanhado, em um período de adaptação neste novo corpo, conforme a sua predisposição e aceitação do mesmo ao meio social em que esta inserido. Este ser será redirecionado, ao convívio em que esta inserido, portando um corpo adaptado ou não, as lutas começam no inicio deste ser o qual nasceu com um corpo o qual não o reconhece, sendo que ira buscar uma adaptação e uma direção para ser recolocado neste novo cenário o qual o ser buscara os meios necessários para ser reinserido com o corpo já adaptado em um meio social. Existem trans, que se aceitam como são não dando nenhuma expressão para o meio em que convive, aceitando ou não o seu jeito de ser em um corpo que e reconhecido como politicamente correto por uma construção cultural, que ora foi implantada num sistema em uso desde os primórdios da humanidade, esta pessoa independentemente estando num corpo trans masculino ou feminino, seguira a sua vida de forma, que não dará nenhuma importância ao reconhecimento ou não por parte das pessoas próximas ou não, sendo que a sua vida seguira em uma rota, que esta pessoa seguira de forma retilínea e sem formas externas ou internas, porque ela se aceitara de uma forma que será reconhecida ou não por parentes, amigos, ou pessoas da mesma posição social ou cultural. Os dias se seguirão e darão um fluxo de vida real e verdadeira, apesar das imposições reais ou não. Outras pessoas trans, masculina ou feminina, apesar de se reconhecer como ter um corpo, que considera que não e seu. Buscam correções e apesar de um caminho longo a ser percorrido, no final, não dão continuidade a transformação de genitálias, por algum motivo interno ou externo, desistem de seus, talvez sonhos, ou mesmo, não sonhos, sendo que seguem suas vidas, com seus parceiros, que aceitam uma forma de opção, ou não, conforme a determinação, dos extremos, sendo que a colocação, será independentemente, por imposição, ou mesmo uma aceitação, individual ou coletiva. Outras pessoas, apesar de ter uma vida, aparentemente, normal, seguindo todos as determinantes, que ora, são impostas por uma sociedade em construção, sendo que, não se aceitam, ou buscam fazer esta correção, em um período posterior. Pois tendo uma vida em um corpo, deseja ser reinserido em um outro, ambiente, como um todo, sendo que esta vida, terá uma direção, talvez de total exclusão por parte, das pessoas, sendo que esta direção contraria, acontecerá por parte de familiares, colegas de trabalho, onde o caminho a ser percorrido, será totalmente, contrario, sendo que este corpo, não será aceito, por parte de outrem. Isto deixara esta pessoa, que terá que fazer uma mudança, total e inrestrita, dando um novo rumo a sua vida, neste novo corpo, que terá que vencer, não só os problemas, pós cirúrgicos, mas problemas de ordem geral e classificatória, trazendo um fator complicador, que será a imposição por parte de pessoas, de conhecimento anterior, que não aceitarão. Este mesmo ser, só que em outro corpo, sendo que esta construção, terá os seus caminhos a serem percorridos, e que tentarão ser vencidos, de uma forma lenta e gradual, através de uma linguagem local e regional, sendo que este controle, será feito, de uma forma classificatória e abrangente. Este ser, que precisará trilhar um caminho, ao qual todos terão, um repulsivo, todas as vezes que este novo corpo, vir em sua direção, este ser alcançará um nível ou desnível, quando em um abraço, ou simplesmente, um aperto de mão, esta linguagem trará uma exclusão de forma direta e indireta, onde as pessoas, buscarão uma forma incorreta de resolver, esta disparidade, e muitos sofrerão, de uma forma extravagante. Sendo que a linguagem, protege o corpo, conforme relato da autora. Que dirá que este ser, não se aceitando, ou por imposição de grupos ou indivíduos, sofrerá de uma forma grande. e direcional. Porque, já não se aceitando neste corpo, ainda terá que lutar, com uma pressão, que virá de fora, sendo que este ser, já terá uma forca, lutando, dentro de si. E com isto virá outra forca contraria a este segmento, que será, a linguagem. Um mundo em conflitos, e que este ser, terá um fator complicador, imposto pela linguagem local, direcional, e objetiva, que virá em sua direção, sendo que o mesmo já terá que administrar, uma pressão de forma gigantesca, que ora, flui, ou simplesmente, fica, num ponto de opressão, para este ser, que se encontra, em um corpo, o qual, o mesmo não, o reconhece. Outros grupos, os indivíduos, nem sequer buscam esta forma de correção, e vivem suas vidas de uma forma, em que são aceitos, pelo meio em que convivem, casais de trasn, que buscam uma direção, para seus caminhos, apesar das lutas e pressões contrarias, que são impostas em duas direções, em todos os momentos de suas vidas, onde estes casais, buscam um equilíbrio, na aliança, em que mantem, sendo eles casais trans, de ordem masculina, ou mesmo feminina, onde, estes casais, buscam um ponto de apoio, num corpo, por outro corpo, onde os mesmos, onde formam casais, e estes casais, se inter relacionam, de uma forma individual e coletiva, dentro desta família. Que buscarão um ponto de equilíbrio, apesar de todas as imposições e interpelações, que serão colocadas e recolocadas, à todo o instante. Muitos casais trans, de uma certa forma, buscam um ponto de correlação, de uma certa forma por uma imposição de uma sociedade em construção, que não da nada de contribuição, mas faz cobranças de ordem variadas, as vezes falando, por falar, sem base legal, simplesmente, por preconceito, ou descriminalização, onde, se busca colocar uma construção, que ora, foi implantada, por um sistema, que veio fazendo suas separações, em tempos passados, presentes, e talvez, futuros, de uma certa forma, foi feito um trabalho de base, onde foi construído, reconstruído, e com certeza, terá uma direção retilínea e talvez duradora. Que somente o tempo, trará as respostas. Sendo que o personagem Rita, ela fica, neutra, na posição da transformação, sendo que ela, se sente feliz e realizada, como está. A autora, coloca que este personagem, diz que não será rotulada, por causa de uma cirurgia. Independentemente, de pessoas próximas ou não. Rita diz que não fará nada para agradar ninguém. Que ela e feliz com o corpo que tem. e seguira sua vida. O terceiro personagem, que e um trans masculino, engravida, em seu corpo feminino, e fará o trabalho de pai, sendo assim este personagem, também seguira seu caminho, não lhes importando por imposições ou construções culturais, que foram passando do passado para o presente. Onde seguirão o seu caminho natural, mesmo com esta gravidez, porque o homem, culturalmente, não engravidam, e sim as mulheres, este casal de trasn. Causam uma recusa, mesmo por parte, dos casais em questão. Porque culturalmente, há uma recusa, no sentido do que foi construído desde os primórdios da humanidade, onde o certo e a mulher engravidar, ter filhos, cuidar, educar, cabendo ao homem, nesta construção, os trabalhos, externos, e a relação do sustento, sendo que o macho, traz o sustento, para os seus. A femea, participa de todo o processo estrutural e de formação. Neste caso do casal trans, que o homem engravida, quebra se esta sequencia, sendo imposta, por uma sequencia, contraria, a uma construção, onde foi, formado e reformulado, de uma forma, à qual, e politicamente, correta, e flui normalmente, nesta norma e neste procedimento, sendo que da forma do casal trasn, se quebra esta regra, não havendo norma e nem procedimento, por parte dos casais trasn, nesta construção, macho e femea, em questões culturais de formação e reformulação. Onde para a sociedade, em que considera esta sequencia incorreta, os que estão fora desta sequencia, serão excluídos, desta sociedade que ora, foi construída, com os méritos, do macho e da femea, mesmo que os casais trans, façam a transformação, serão excluídos, e não farão parte da sociedade, politicamente correta e pura. Talvez por isto, o segundo personagem, “Rita”, conforme relatos da autora, prefere, ficar de uma forma neutra, e seguir o seu caminho, mesmo que para a sociade politicamente correta, ela estará desemparada de todos os direitos e deveres, de uma sociedade, politicamente correta, onde Rita, diz, estou na minha, sou discreta, uso roupas normais, não coloridas e extravagantes. Sendo que o personagem. Deseja seguir, sua vida apenas, não se importando, com regras, diferentemente, do primeiro personagem, “Carolina”, que buscou seus direitos e seus deveres, em um ambiente, hostil e excludente, como no meio, militar, onde, o conta e a força e virilidade, o primeiro personagem, sofre, todos os tipos acepções, onde há claramente, o “não”, que fica explicito, a todo momento, conforme os relatos, da autora. O primeiro personagem, vai a luta, busca alargar seus horizontes, busca, o que lhe pertence, independentemente, de tudo e de todos. O que importa, e o seu objetivo. Não, tudo o que e contrario e contraditório, o personagem, demostra, uma força interior grande, apesar de uma grande força, exterior, onde o encontro destas duas forças, ficam claras e explicitas, onde a autora, coloca relatos de médicos, colegas de trabalho, em um outro momento. Dois extremos, em uma única vida, que se encontra, em um local, que não lhe pertence. Onde o primeiro, personagem, busca, o que lhe pertence, um direito, que e seu. Não esta querendo tirar nada de ninguém. Busca apenas, o que lhe pertence. O direito de ser feliz, a busca de uma realização, apesar de uma vida de medalhas, busca apenas, um porto seguro, um distanciamento de uma construção, de imposições, preconceitos, exclusões, o primeiro personagem, “Carolina”. Procura apenas, uma realização, um suporte, um reconhecimento, Ser Carolina. Da mesma forma, o segundo e terceiro personagem, “Rita”, “Hill”, buscam os mesmos objetivos, tem os mesmos sonhos, anseiam as mesmas coisas, apenas, em corpos diferentes, como personagens diferentes, mas sendo seres humanos, com direitos e deveres, como qualquer cidadão, em qualquer sociedade, e suas construções morais, sociais, culturais. Eles, tem apenas, sonhos, como qualquer, ser, mortal, direitos, deveres, respeito, paz, amor, dignidade, esperança, liberdade. E que viva a diversidade, em todos os segmentos.

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