O Poder que corrompe!

Já ouviram esta frase, “quer conhecer o verdadeiro caráter de um homem; de lhe poder! Muitos fracos, já se perderam, muitos fortes, também se perderam. O homem não foi preparado para ter poder. Sendo que o mesmo e mau. Sempre ira usar o poder para controlar, escravizar, delimitar, se endeusar, querer ser Deus. O mesmo que não tem nenhuma bondade no coração, vai impor aos demais que lhes sirva e que todos lhe ofereçam prêmios e gratidão por tudo o que o mesmo não fez. “O homem e mau, já dizia certo filosofo” desta forma o mau, buscará o que lhe e habitual, a maldade. Sendo que corpos iguais se atraem e os diferentes se repelem. A luz tem sua hora, como as trevas (noite), também tem sua hora, os dois se encontram somente na hora de entregar sua jornada . não lhe e próprio acrescentar ou tirar nada da jornada do outro. Cada um tem direito de fazer modificações somente em sua jornada, não lhe e autorizado fazer qualquer modificação na jornada ao qual não lhe pertence. Então, se o Criador de todas as coisas, impôs limites aos quais precisam ser seguidos, sabendo ele do ontem, hoje e amanhã, ele próprio não deu tal poder ao homem de escravizar outro homem, sendo que os dois nasceram livres, para seguirem suas jornadas, todos livres para seguir, não sendo autorizado pelo dono de tudo. A acepção ou subserviência de uns para com os outros. O limite de uns para com os outros, era somente o respeito mutuo e o amor, de uns para com os outros. Todos criados para servir, não para serem servidos. Portando o poder foi imposto pelo homem mau. Que aproveitando da humildade de seu semelhante, que mantendo as características iniciais do amor e respeito. Usou como arma em seu favor. Sendo ele mau, e roubando a inocência de seu semelhante e irmão. O homem bom, foi vitima da maldade de seu semelhante, que sendo mau usou de táticas que lhes são próprias, para uso de sua maldade e que veio com suas raízes, sendo introduzidas nas folhas futuras de sua espécie, que continuou a escalada da maldade desde os primórdios da humanidade até o seu fim. O homem bom continuou o seu trajeto rumo ao futuro certo. Sendo que o homem mau, terá seu final na colheita. Pois a todo plantio, em seu final vira a colheita. E uma ordem do Criador. Que impôs tal regra, à ser seguida. Não sendo modificada nem pelo homem bom, ou mau. Na atualidade, o homem mau, tem sido o centro de todas as atenções do mundo. Aumentando em sua totalidade o seu plantio. O que lhe será imposta uma colheita, sem precedentes. Ao tal, e aos seus. Como e tolo o homem mau. Ajuntando quantidades as quais não tem domínio e não pode carrega-las, indo ele para onde vai. Não fez nada, em toda a sua trajetória, aqui neste sistema. O mesmo em sua tolice, olha pro futuro, que nem sabe se vai alcançar e sonha com o mesmo, se esquecendo do presente, onde poderia fazer todas as modificações para sua própria colheita no futuro, se chegar! O homem bom, seu trajeto de grão em grão, olha pro presente, preparando-se para uma colheita no futuro, com certeza de um futuro próximo que devera chegar, sem as ambições e maldades do homem mau, que vai em seu trajeto em uma velocidade acima da media, rumo ao desconhecido. Que chegara em breve, com toda a certeza, mas sem saber o que lhe espera, sendo que o feito do passado, precisar ser reembolsado à quem e de direito, para as devidas prestações de contas. Que não há como fugir, sendo que não terá mais domínio nenhum sobre si mesmo. Estará a mercê de outras entidades, as quais querem o que lhes e de direito, quanto aos atos praticados em toda a trajetória do homem mau. Que não terá como recorrer, sendo que suas petições, não poderão mais ser ouvidas, e o seu veredito final, terá chegado, e somente após a consumação de todos os seus atos praticados, e que lhes será imposta a condenação, onde nenhum juiz poderá mudar o veredito. E haverá muito choro e arrependimento, por parte do homem mau. E terá chegado o fim, do qual não terá proveito nenhum. Onde as lágrimas, cairão de dia e de noite. E nunca mais terá fim, onde o próprio não terá nenhum domínio sobre si ou atos, que lhes são impostos, por uma jornada. Sem fim.

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