Nova Era do Gelo.

As mudanças são sempre necessárias. As atualizações sempre nos trarão incertezas e medo do desconhecido. Temos fobia as mudanças, o novo nos incomoda nos leva a uma regressão rumo ao certo e incerteza de um futuro incerto. O desconhecido nos apavora, por não saber o futuro e não estarmos preparados para um presente sem respeito, nos seguramos no passado em que conhecemos. Uma simples troca de placas na rua ou via pública, nos incomodam leva-nos a reflexões e medos, sendo que sabemos que o homem e mau. “Como disse um Filosofo certa vez; Terra de cego, quem tem um olho e Rei”, Isto no leva ao seguinte fato: Quem tem o poder e a informação, sempre será o fator determinante e com o poder da caneta que sempre trará os benefícios em seu favor dos seus. A classe proletária, sempre ficará de carona no veiculo, com rumo determinado por outrem, e que é pior. A ver navios! que passarão cada vez mais longe e serão inalcançáveis em um futuro próximo. Quem dita as regras sempre será fator de imposição, da determinação de outrem, nos teremos a possibilidade de acertos e erros, porém à probabilidade de uma simples equação, onde o resultado sendo pra mais, ou pra menos, os ajustes necessários em prol de um interesses individual ou coletivo, serão equacionados no determinantes dos poderes da burguesia, que impõe seus dotes e benefícios individuais e coletivos. A ordem dos fatores não implicarão no resultado final desta equação, que irá rumo ao futuro desconhecido. Ao qual o poder exercido implicará de uma forma à qual não terão um controle de ordem programada. Onde quem detém o controle, não estará no controle da situação, independentemente de valores por menores de interesses direcionados pela burguesia, que delimitara totalmente em um minúsculo espaço toda a classe proletária, visando somente seus deleites e dos seus. Onde para uma classe não haverá início, meio e fim. Mas somente FIM. Conflitos internos e externos, nos trazem aprendizados e atualizações, porém o conhecimento que e limitado para a classe proletária, acontecendo inversamente pra classe burguesa, Quando os valores saem do mesmo cofre. Os valores de ordem cultural, social e política, trazem uma delimitação pra ambas as classes, sendo uma formação dentro da classe, uma superior e outra inferior. Como competir, sendo que o filho do proletário e do burgues não tem as mesma condições e armas, que lhes são garantidos em um documento, em que as regras, são à igualdade, direitos e a liberdade. Isto nos coloca em vários paradigmas, em que as mudanças são de ordem lenta e gradual, acrescentando de degrau em degrau, não pra ambas as classes. Em contrapartida uma classe viaja na velocidade da internet. Isto causa conflitos, aos quais nos insere em mais uma era glacial, rumo ao futuro incerto e desconhecido. Como uma prisão, que nos cerca e delimita todo o nosso espaço físico, intelectual e cultural, em todos os campos e meios. Trazendo um medo de ordem crescente, à qual em muitos casos nos escraviza, sendo em toda ação, que com certeza corresponderá a uma reação, em busca da liberdade, valores, dignidade, respeito, ordem, decência, tentando quebrar todas as correntes que foram impostas por classes que sempre visaram seus interesses pessoais e coletivos e dos seus. Esquecendo-se dos outros e dos direitos. O homem foi imposto à uma forma de escravidão e subserviência, imposta não pelo estado, mais pelo próprio homem. Sendo que outros de ordem menos maus, buscam paralelamente e individualmente uma solução ou uma forma de equação igualitária mais humana para à maioria dos seres humanos, vivendo numa terra rumo ao incerto. Os seres humanos, com suas incertezas, conflitos e medos, rumo a um sistema, onde são sobrepostos todos os dias, mais normas e menos direitos. Cabe a todos nós estarmos prontos, treinados e preparados. Para o novo, em um mundo novo e atual, com os males do passado, que não serão equacionados, muito menos atualizados. FELIZ RUMO AO DESCONHECIDO.

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Contramão,

Século vinte e um, tudo pelo social, responsabilidade social, politicamente correto, sem exclusão, sem acepção, pela fim do desmatamento, pelo fim da fome, pelo resolução dos problemas sociais em todas as esferas globais. São todos belos e projetados discursos em todo o sistema global. Como eu queria ter a inocência primeira sem as maldades que me foram impostas nestes cinquenta e três anos de existência. Em tudo o que o homem põe a mão, será dizimado no início ou no final, suas ações, suas pretensões, suas palavras. Vem de encontro ao seu ser, que em muitos casos estão em um estado não evolutivo, e de barbárie. Hoje com a velocidade das informações na mídia escrita, falada ou visual, tudo vêm se contradizendo à todas as ações humanas na terra. Que esta totalmente em fase final de processamento, ou com os seus dias contados e sem a esperança  necessária no aguardo do que poderia vir em um futuro bem próximo, sendo que não temos mais nenhum tempo para uma espera de prazo alongado. Como eu desejaria voltar ao estado inicial de inocência, sendo que tudo o que vêm pra nos enriquecer culturalmente, já vêm com um prazo de validade vencido. E sendo assim nos tornamos reféns de um sistema de cultura e informação, que a cada segundo do dia, se torna obsoleto. As atualizações acontecem com uma velocidade e frequência muito acima das quais somos alimentados. A vazão inicial e menor que a vazão final, sendo estático o processamento e absorção, quanto as ações humanas em todos os segmentos sociais do planeta. Hoje acontecem em todos os grupos defensores de seus direitos, a exclusão, não existe uma regra clara, objetiva, séria, conforme o respeito que e assegurado a todos os cidadãos que compõem a sociedade atual, não à primitiva em que todos estavam lutando contra todos, mas sim uma sociedade que deveria ser culta e respeitada pelos seus valores, etnias, crenças, e por ai vai… “que hora o povo deverá acordar”. Antes ou depois do fim de todo o sistema global. Os direitos que são constituídos e delegados, não são respeitados e muito menos cumpridos em sua totalidade, se assim fosse, não teríamos tantas discrepância nos tribunais, aos quais são impostas regras, ordens, leis, as quais são canalizadas para os interesses de minorias as quais detém os benefícios e favorecimentos. Enquanto estivermos com este legado desatualizado, arcaico e ultrapassado, andaremos todos nós na contramão e sem rumo ao desconhecido, ao qual não saberemos onde vamos ancorar. “Que saudade da inocência inicial e estado de pureza do ser humano”.