Mensagem que Cura e Transforma

A mensagem que cura e transforma

 

Evangelho de São João 8:1 a 12 “Mas Jesus foi para o Monte das Oliveiras. Pela manhã cedo voltou ao templo, e todo o povo vinha ter com ele; e Jesus, sentando-se o ensinava.  Então os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; e pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. Ora, Moisés nos ordena na lei que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto diziam eles, tentando-o, para terem de que o acusar. Jesus, porém, inclinando-se, começou a escrever no chão com o dedo. Mas, como insistissem em perguntar-lhe, ergueu-se e disse- lhes: Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro que lhe atire uma pedra. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos, até os últimos; ficou só Jesus, e a mulher ali em pé. Então, erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém senão a mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais.] Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.

 

O pecado e a mulher sem nome!

 

O adultério era inadmissível entre os judeus. Foram criados com fundamentos restritos as leis de Moisés, e aprenderam que tudo que lhes fora ordenado deveriam seguir e cumprir. Quando Deus falou a Moisés a respeito dos dez mandamentos, o povo era reprimido a sofrer em sua carne, pois tinham em seu DNA a corrupção dos Egípcios, resquícios de tradições profanas e hábitos desencadeados da constante vivência com o pecado.

 

Quando aquela mulher foi encontrada em adultério, logo levaram-na a presença de Jesus para de alguma forma tentar acusá-lo, pois constantemente pregava sobre o amor ao próximo. Jesus usava de sabedoria em todas suas respostas, pois o intento dos escribas e fariseus era torná-lo maldito antes do tempo. Cristo propalava palavras de vida e não de morte, de perdão; e não de condenação.

 

A condenação é o ultimato para o réu e a condição temporária de asilo, afastamento da sociedade em que vive, pois tem o afastamento objetivo de levar o errante a repensar seus conceitos e atitudes. Quando a trouxeram à presença do mestre, fizeram-no a seguinte pergunta:

 

“Na lei mandou Moisés que a apedrejássemos, tu, porém, que dizes?”

 

Penso que o olhar de Cristo sobre atitude daqueles homens era de misericórdia, assim como ao ser crucificado disse que os que ali estavam não sabiam o que faziam, e clamou ao Pai que os perdoasse. Surpresos ficaram ao ouvir as palavras que Jesus pronunciou, indagando a eles que se não tivessem pecado, atirassem as pedras.

 

O ser humano quando levado a consciência de seus erros, dota-se de uma capacidade de repensar seus conceitos. Jesus com calma, a sós com a mulher desprezada pelos acusadores, disse-lhe: Ninguém te condenou? Surpresa ela respondeu: Ninguém. Então Jesus a olhou e com amor, sem menos dar-lhe a oportunidade de retratar-se de sua falta, lhe disse que também não a condenaria, mas que fosse e não pecasse mais.

 

Jesus não precisou citar que suas atitudes eram erradas, pois suas palavras eram ecoantes àquele coração humilhado. Certamente a mulher adúltera não mais sentir-se-ia vazia, sem perdão, compreensão, pois teve um encontro com o Rei dos Reis. Outros reis a condenariam a morte, ao apedrejamento, mas o Deus do perdão, o que abre os braços para o retorno do filho pródigo e a ele estende a túnica antes mesmo de se retratar, é o mesmo Deus de Raabe,Mefibosete e da mulher adúltera.

 

Certo pastor ficou entrigado com o testemunho de uma irmã que dizia falar com Jesus pessoalmente, por isso foi até sua casa lhe desafiar. Disse para simples mulher: é verdade que vês Cristo todos os dias? E ela lhe respondeu: Sim. Então diga-me o que ele diz sobre os pecados que tenho confessado a Ele. O pastor foi embora, mas antes disse que esperaria respostas. O tempo passou e a senhora ligou para o pastor e disse: pastor, falei mais uma vez com Jesus. Então, assustado o pastor retrucou: ele falou o quê a respeito de meus pecados? Animosamente e de maneira humilde ela respondeu: Ele disse que não mais se lembrava de seus delitos.

 

O perdão de Deus é incompreensível ao homem natural, mas compreensível para os que já o experimentaram. Se você ainda não desfruta deste perdão, assim como Jesus olhou para aquela mulher, não apontando seus erros, falhas e maculações, tem o poder de lhe perdoar e te dizer: Vais e não peques mais.

 

Em Romanos 10:5 a 13  “Porque Moisés escreve que o homem que pratica a justiça que vem da lei viverá por ela. Mas a justiça que vem da fé diz assim: Não digas em teu coração: Quem subirá ao céu? (isto é, a trazer do alto a Cristo;) ou: Quem descerá ao abismo? (isto é, a fazer subir a Cristo dentre os mortos).  Mas que diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé, que pregamos. Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo; pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Ninguém que nele crê será confundido. Porquanto não há distinção entre judeu e grego; porque o mesmo Senhor o é de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. 

 

Que Deus possa iluminar sua vida.

 

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