O novo céu e a nova terra.

O novo céu e a nova terra
24/11/2010

O novo céu e a nova terra

APOCALIPSE 21.1-4
Então vi um novo céu e uma nova terra. O primeiro céu e a primeira terra desapareceram, e o mar sumiu. E vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia do céu. Ela vinha de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai se encontrar com o noivo. Ouvi uma voz forte que vinha do trono, a qual disse: — Agora a morada de Deus está entre os seres humanos! Deus vai morar com eles, e eles serão os povos dele. O próprio Deus estará com eles e será o Deus deles. Ele enxugará dos olhos deles todas as lágrimas. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor. As coisas velhas já passaram.

 

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Caminhada

Deus e Deus…

Caminhada
A descida

“Segundo o físico e escritor Paul Davis: “A ciência explicar muito bem os fenômenos naturais como a chuva, mas quando se trata de responder porquê existem as leis da natureza, a situação se complica”. A melhor explicação do porquê estamos aqui, pelo matemático John Lennox da Universidade de Oxford é que: “…existe um Deus que criou o universo com um objetivo”. (Net) Mas uma das coisas que enfraquece a crença em Deus são as atrocidades cometidas em nome dele. Assim, muitos concluem que o mundo ficaria melhor sem religião: sem homens-bomba, sem guerras religiosas e sem tele-evangelistas explorando seus fieis. Mas será culpa de Deus? Culpar a Deus é como culpar uma montadora de automóveis pelo acidente causado por um motorista que usava celular ao volante. E, também, é fato que o sofrimento no mundo tem muitas causas, sem que a religião seja a principal. A Bíblia identifica essa causa: a imperfeição herdada. “Todos pecaram e não atingem a glória de Deus”. (Rom. 3:23) Essa tendência pecaminosa costuma leva as pessoas a racionalizar e a preferir crenças que justifiquem conduta errada. (Rom. 1:24-27) Também formenta egoísmo, orgulho indevido, violência e desejo por independência moral sem Deus. (Gên. 8:21) Jesus afirmou isso: “Do coração vêm raciocínios iníquos, assassínios, adultérios, fornicações, ladroagens, falsos testemunhos, balsfêmias”. (Mat. 15:19) A adoração verdadeira ajuda as pessoas a combater tais inclinações, incentivando amor abnegado, paz, benignidade, bondade, brandura, autodomínio, fidelidade conjugal e respeito pelos outros. (Gál 5:22, 23) Por outro lado, a religião falsa promove tendências populares, por tolerar muitas coisas que Cristo condena. (2Tim. 4:3) Em breve, na vida do Reino, a Bíblia alerta: “Os retos [em sentido moral e espiritual] são os que residirão na terra e os inculpes são os que remanescerão nela. Quanto aos iníquos, serão decepados da própria terra; e quanto aos traiçoeiros, serão arrancados dela”. (Prov. 2:21, 22) +s ><((((º>http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=10398629

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Marilene Alves da Silva

Todos os dias, passam pelas ruas centenas e milhares de pessoas, da mesma forma e com a nossa vida, o nosso grande Deus, nos coloca frente a frente, com pessoas as quais ele determinou, Isto e bom demonstra a preocupação de nosso Pai, para conosco, nos faz sentirmos pessoas melhores, mais humanas e honestas, pois sabemos que o nosso grande Deus, nos sonda a cada milesimo de segundo do dia, Gloria a Deus por isto, eu me considero agraciado por Deus, pois sempre ele me guiou, livrou e me trouxe bençaos, para mim e todos os meus. O B R I G A D O  M E U  D E U S…

o EU SOU…

A New Catholic Encyclopedia diz: “Maria é realmente mãe de Deus, se forem satisfeitas 2 condições: que ela é realmente a mãe de Jesus e que Jesus é realmente Deus”. A Bíblia diz que Maria era mãe de Jesus, mas será que Jesus era Deus? Foi só no 4º século (uns 300 DC – depois de Cristo), centenas de anos depois de se completar a escrita da Bíblia, que a Igreja formulou a sua declaração sobre a Trindade (conceito que afirma que o espírito santo, Jesus e Deus são um só) Nessa ocasião, no Crido de Nicéia, a Igreja se referia a Jesus Cristo como “o próprio Deus”. Após isso, no Concílio de Éfeso, em 431 EC, (era de Cristo ou depois de Cristo) Maria foi proclamada pela Igreja como The-o-tó-kos, que significa “que deu a luz a Deus”, ou “Mãe de Deus”. Entretanto, nem essa expressão nem a idéia disso se acha no texto de nenhuma tradução da Bíblia. Ex: “Escuta, ó Israel: Jeová, nosso Deus, é um só Jeová…” (Deut. 6:4) “Não é um só pai que nós Cremos? Não foi um só Deus que nos Criou? (Malaq. 2 10) “Assim disse Jeová, o rei de Israel e seu Resgatador: “Sou o primeiro e sou o último, além de mim não há Deus.” (Isaías 44:6) “… E toda a língua reconheça abertamente que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus, o Pai.” (Filip. 6:11). “Jesus disse-lhes: … pois precedi de Deus e aqui estou. Nem tão pouco vim de minha própria iniciativa, mas Este me enviou.” (João 42:1a – 98 EC) Fica cristalino e explícito nessas passagens bíblicas que Jesus é o filho de Deus, não o próprio Deus! Mesmo sendo “pessoas” distintas [pai e filho], são semelhantes em propósitos para com a humanidade na vida do Reino. Vem a luz, também, que nunca existiu nada antes de Deus [sendo ele o 1º e último]; nem Jesus ou Maria. O próprio Jesus quando operava milagres, com a ajuda do espírito santo de Deus [sua força ativa], os creditava a seu Pai, negando buscar glória para si mesmo. Cristo também quando orava, o fazia com a nítida certeza e fé de que um Ser maior que ele o estava ouvido.

A mensagem do Mestre Jesus

Cristo disse: “Não resistais àquele que é iníquo: mas, a quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe também a outra”. (Mat. 5:39) Quando Jesus disse isso, seus ouvintes já sabiam da Lei do Velho Testamento. Ele disse: “Ouvistes que se disse: ‘Olho por olho e dente por dente’.” (Mat.5:38) Os trechos a que Jesus se referiu estão em Êxodo 21:24 e Leví. 24:20. A harmonia da Lei de Deus a punição “olho por olho” nesses versículos era devidamente aplicada apenas depois que o infrator fosse julgado pelos sacerdotes e juízes, que avaliavam as circustâncias e até que ponto a infração tinha sido intencional. (Deut. 19:15-21) Mas, com o tempo, os judeus distorceram a aplicação dessa lei. Adam Clarke, erudito bíblico comentou: “Parece que os judeus usavam essa lei para justificar ressentimentos pessoais e todos os excessos motivados por vingança. Atos de vingança eram levados a extremos e acabavam sendo mais severos do que o erro cometido.” A Bíblia, porém, não aprova vinganças pessoais. Muitas vezes como hoje, nos tempos bíblicos, um tapa não tinha a intenção de machucar, mas era um insulto para provocar uma briga. Então, pelo visto, Jesus quis dizer que se alguém quisesse provocar uma briga com um tapa literal, ou com um comentário sarcástico, a pessoa esbofeteada não deveria revidar, evitando assim um círculo vicioso de pagar o mal com o mal. (Rom. 12:17) O ponto é que não devemos tomar a iniciativa de agredir alguém nem deixar que o desejo de vingança nos domine. Jesus não quis dizer que um cristão não pode defender sua própria vida em risco. Ex: na cidade de Filipos, Paulo e seu amigo missionário Silas foram presos e açoitados publicamente, mas não revidaram. Ele procurou o sitema judiciário da época para proteger seu direito [e vida] de pregar as boas novas. (Atos 16:19-24, 35-40; Filp. 1:7) A Bíblia esclarece: “Não vos vingueis, amados, mas cedei lugar ao furor; pois está escrito: “A vingança é minha; eu pagarei de volta, diz Jeová.” (Rom. 12: 17-19)+s ><((((º>http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=103986299

Examinai

“O Meu povo é destruído por falta de conhecimento.” Oséias 4:6.
O conhecimento em si não traz o poder, mas o nosso uso (aplicação) do conhecimento pode trazê-lo.
“Onde não há nenhuma visão, o povo perece.” Provérbios 29:18.
A visão é a luz (revelação) que recebemos sobre o propósito de Deus para as nossas vidas e ministérios.
Estes dois versículos nos ensinam duas coisas:
As pessoas sem conhecimento estão em perigo de destruição;
Porém, as pessoas sem visão estão perecendo. Estão, devagar e sempre, perdendo a sua utilidade.
Um profundo desejo é o resultado da combinação do conhecimento e com a visão. É o conhecimento incandescente dentro de nós.
O conhecimento é semelhante a um maquinário, mas a visão produz o forte desejo, o qual impulsiona (movimenta) este maquinário.
Produz Uma Verdadeira Fé:
É verdade que a fé vem através do nosso conhecimento da Palavra, mas o conhecimento em si não é suficiente. O nosso conhecimento da Palavra de Deus precisa criar dentro de nós o intenso desejo pelo cumprimento da Sua Palavra.
Muitas pessoas conhecem as promessas de Deus, mas nunca agem com base nestas promessas porque carecem deste profundo e intenso desejo.
Um desejo deste tipo faz com que não somente conheçamos as promessas de Deus, mas que também constantemente PENSEMOS nelas, FALEMOS sobre elas, NOS REGOZIJEMOS nelas, e AJAMOS com base nelas. Esta é uma fé verdadeira. É o tipo de fé que produz uma VISÃO. É uma fé gerado por um forte desejo.
Muitos de nós gostamos muito das palavras de Jesus encontradas em Marcos 11:24.
“Tudo que DEJESARDES, quando ORADES, CREDE que o RECEBEREIS, e te-lo-eis.” Vemos aqui que a nossa oração, o nosso crer, e o nosso receber todos se originam do nosso desejar . É maravilhoso conhecermos o Evangelho, as boas novas da salvação, a verdade da cura divina, o batismo do Espírito Santo, e todas as gloriosas provisões desta mensagem do Evangelho. O conhecimento destas coisas, no entanto, não é suficiente para trazer a vitória do reavivamento que precisamos. Vermos as pessoas salvas, curadas, e batizadas no Espírito precisa se tornar o nosso intenso desejo e a nossa constante visão. Somente assim poderemos ver e provar do Evangelho.